A EPM participou no programa “RedEscolas AntiCorrupção” com uma série de trabalhos que foram desenvolvidos ao longo do ano passado e coordenados pelas professoras Fátima Oliveira e Sandra Fonseca

A Escola Portuguesa de Macau (EPM) foi um dos 17 estabelecimentos de ensino participantes no programa “RedEscolas AntiCorrupção”, da associação portuguesa “All4Integrity”. No total, a iniciativa contou com a participação de 151 alunos do 9º ao 12º ano.
A associação destaca a “qualidade e excelência” dos projectos de carácter interdisciplinar desenvolvidos, que têm promovido “uma cidadania esclarecida, activa, com sentido de bem comum”.
Desenvolvido sob o lema “Escola em acção = Menos corrupção”, o programa destina-se aos alunos do 9º ano e do Ensino Secundário e tem como principal âncora o tema da corrupção, associando-se outros como o da transparência, integridade e ética. O projecto foi desenhado para ser um programa transdisciplinar e flexível, capaz de desenvolver competências transversais “tão importantes como a análise crítica, a capacidade de reflexão, de avaliar e de emitir opiniões, sem esquecermos a pesquisa, a análise, a selecção, entre outros”, pode ler-se.
O objectivo era que o programa fosse levado para o contexto de sala de aula por qualquer agente educativo reconhecendo, no entanto, o papel determinante dos professores, especialmente os directores de turma, na dinamização das atividades propostas. Na EPM, o programa foi desenvolvido pelas docentes Fátima Oliveira e Sandra Fonseca.
A “All4Integrity” destacou, em concreto, o trabalho desenvolvido pela EPM no Dia Internacional Contra a Corrupção, a 9 de Dezembro. Segundo a associação o trabalho “é revelador do envolvimento da comunidade escolar sobre um tema mobilizador que pretende promover uma cultura de integridade na sociedade portuguesa e, em concreto, a partir da Escola”.
Até ao momento, o projecto conta com o apoio institucional da Comissão Nacional da UNESCO, do Instituto Padre António Vieira e da Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social.
Para a validação dos trabalhos, a equipa conta com um júri presidido por Alexandre Abrantes Neves, aluno de Comunicação Social e Cultural da Universidade Católica.
C.P.



