Uma mordida em Suárez
Um restaurante de São Petersburgo fez furor ao servir pizzas com os rostos de algumas estrelas do Mundial. Antes do jogo Uruguai-Portugal, adeptos que visitaram o “HopHead Tap Room” tiveram a oportunidade de “virar o jogo” e dar uma mordidela no avançado uruguaio Luis Suárez, que no Mundial anterior foi punido por uma dentada ao italiano Giorgio Chiellini. Cristiano Ronaldo foi outro dos craques retratados pelo “chef” Valery Maksimchik.
A 37 km por hora
Kylian Mbappé ganhou uma nova alcunha: “O 37”. Segundo o seu colega Florian Thauvin, o epíteto surgiu depois do jovem avançado francês ter feito um sprint a 37 km/h frente à Argentina. “Fez uma corrida de 50 metros para conseguir um penálti, era como se tivesse ido de moto. É incrível”, indicou o atacante. No balneário dos “blues”, Mbappé também é conhecido como “Donatello”, em referência à mais intelectual das Tartarugas Ninjas.
Tintim e Astérix
As relações entre França e Bélgica são estreitas e têm referências comuns. Uma delas é Tintim, personagem criado por Hergé, que esteve em destaque no “L’Équipe”. O jornal desportivo recriou a capa do álbum “Rumo à Lua” das aventuras do célebre repórter, com o carro que se aproxima de um foguete a ser ocupado pelo treinador Didier Deschamps, o presidente da Federação Francesa, Noël Le Graet, e o atacante Olivier Giroud. Em frente ao foguete surgem, como último obstáculo, os belgas. Por sua vez, o “Le Parisien” usou a imagem de Asterix contra Tintim e o seu cão Milu, como símbolos dos dois países.
Marcelo sem “tablet”
O Brasil deixou o Mundial sem alarido, enquanto os seus jogadores tentam digerir o fiasco da eliminação nos quartos-de-final. O lateral esquerdo Marcelo voltou a Madrid mas, ao desembarcar do avião, esqueceu-se a bordo do seu “tablet”. Segundo o jornal “Marca”, os responsáveis de segurança do aeroporto de Barajas entregaram-lhe o aparelho quando o jogador já estava a entrar num carro para deixar o local.
A canção de Gareth
O treinador inglês, Gareth Southgate, já tem a sua própria música. Nos pubs britânicos tornou-se muito popular uma canção para animar a selecção, usando como base “Whole Again”, da banda Atomic Kitten. Na letra modificada, pedem ao técnico que “traga para casa” o título mundial, 52 anos depois da única vitória do país (1966).



