COREIA DO SUL

O Supremo Tribunal da Coreia do Sul ordenou um novo julgamento da ex-Presidente sul-coreana Park Geun-hye, condenada por corrupção, alegando que não devia ter sido absolvida dos crimes de suborno e desfalque de dinheiros públicos. O órgão também justificou a decisão com detalhes técnicos.

 

PORTUGAL

Portugal tem uma esperança de vida de 81,6 anos, acima da média da União Europeia (UE), mas 600 mil utentes não tinham médico de família no início deste ano, segundo um relatório ontem divulgado em Bruxelas. Em 2017, o país gastava 2.029 euros “per capita” em cuidados de saúde, 30% abaixo da média da UE.

 

MALTA

A crise política em torno da investigação do assassínio da jornalista Daphne Galizia em 2017 agravou-se com a detenção do ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro, Keith Schembri. Galizia investigava a relação entre a classe política maltesa, incluindo o primeiro-ministro, com os “Panama Papers” e outros casos de corrupção.

 

FRANÇA

Centenas de agricultores, alguns de tractor, foram a Paris reclamar melhores preços para os seus produtos e pressionar as negociações anuais em curso com o sector da distribuição. O protesto reuniu cerca de mil tractores na capital.

 

ALBÂNIA

As equipas de resgate que trabalham nos escombros após o sismo de terça-feira na Albânia encontraram os restos mortais de mais 10 pessoas, elevando para 40 o número de vítimas fatais, anunciou o Ministério da Defesa. O sismo teve uma magnitude 6,4 na escala de Richter.

 

GUINÉ-BISSAU

A campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais na Guiné-Bissau, marcadas para 29 de Dezembro, começa no dia 13, anunciou a Comissão Nacional de Eleições. A presidência será disputada entre Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló, que conquistaram 40,13% e 27,65% dos votos na primeira volta.

 

NIGÉRIA

O exército da Nigéria libertou cerca de mil pessoas que tinham sido detidas por suspeitas de pertencerem ao Boko Haram, grupo “jihadista” que tem liderado ataques sangrentos no nordeste do país. O comandante do exército disse que as pessoas libertadas tinham sido “investigadas e ilibadas”.

 

QUÉNIA

As inundações causadas pelas fortes chuvas no Quénia deixaram pelo menos 120 mortos, indica um novo balanço do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários. De acordo com o órgão, mais de 160 mil pessoas foram afectadas pelos fortes temporais.