CHINA
O Produto Interno Bruto da China cresceu 6,5% entre Julho e Setembro de 2018, o que representa o crescimento mais fraco desde o primeiro trimestre de 2009, anunciou o Gabinete Nacional de Estatísticas. A economia chinesa desacelerou em comparação com os 6,7% registados no segundo trimestre do ano, algo previsto pelos analistas, que ainda assim esperavam uma expansão de 6,6%.
COREIAS
O Secretário da Defesa dos EUA, Jim Mattis, e o homólogo sul-coreano, Jeong Kyeong-doo, decidiram cancelar o exercício militar “Vigilant Ace” previsto para Dezembro. Segundo o Pentágono, a decisão visa contribuir para o “processo diplomático” com a Coreia do Norte.
ÍNDIA
Pelo menos 60 pessoas morreram e cerca de 50 ficaram feridas ao serem atropeladas por um comboio, na sexta-feira, no norte da Índia. As vítimas estavam a ver fogo de artifício durante um festival religioso, tendo-se amontoado na linha de caminho de ferro nos arredores de Amritsar.
TAILÂNDIA
Um turista britânico e uma canadiana, ambos de 23 anos, arriscam uma pena máxima de 10 anos de prisão, após terem sido detidos e acusados de vandalismo por pintarem um grafite num muro histórico da cidade de Chiang Mai. Segundo a polícia, os jovens admitiram o crime mas alegaram que estavam bêbados.
TIMOR-LESTE
A Embaixada de Portugal em Díli fechou na sexta-feira pelo segundo dia consecutivo devido à concentração de centenas de pessoas, descontentes com atrasos no processamento dos pedidos de nacionalidade. Alguns garantem que pagaram a intermediários para que fossem incluídos na lista de atendimentos diários.
PORTUGAL
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa conferiu posse na sexta-feira ao novo Chefe do Estado-Maior do Exército, general José Nunes da Fonseca, numa breve cerimónia no Palácio de Belém. Rovisco Duarte, que apresentou na quarta-feira a carta de resignação esteve na cerimónia, mas escusou-se a prestar declarações.
IRLANDA
A transportadora de baixo custo Ryanair anunciou acordos com sindicatos de pilotos de vários países europeus, incluindo Portugal. Segundo a Ryanair, os acordos prevêem melhores condições de trabalho e, sobretudo, a negociação de uma convenção colectiva, uma das principais reivindicações dos sindicatos.
NICARÁGUA
As autoridades da Nicarágua “cometeram violações graves dos direitos humanos” durante a “operação limpeza” destinada a eliminar barricadas, denunciou a Amnistia Internacional. A ONG cita “torturas, detenções arbitrárias e o uso generalizado e indiscriminado de força letal por parte da polícia e de forças para-policiais fortemente armadas”.



