CHINA

O número de doentes com VIH/SIDA aumentou 14% na China num ano, a maioria dos casos devido a contágio durante relações sexuais. Mais de 820.000 pessoas com VIH/SIDA foram diagnosticadas no final de Junho, um aumento de 100.000 num ano, informou a agência Xinhua, citando dados das autoridades de saúde.

 

ÍNDIA

O Supremo Tribunal indiano revogou a proibição de entrada de mulheres num grande tempo do sul do país, alvo de 20 anos de batalha na Justiça, considerando que a medida era discriminatória. O templo hindu de Ayyappa, no estado de Kerala, proibia o ingresso das mulheres em período fértil, dos 10 aos 50 anos de idade.

 

JAPÃO

O potente tufão Trami, que atingiu durante o fim-de-semana boa parte do Japão, deixou pelo menos dois mortos e mais de 120 feridos, além de ter causado problemas nos sistemas de transporte, incluindo o cancelamento de mais de mil voos. O tufão provocou chuvas torrenciais e rajadas de vento de até 216 km/h.

 

FILIPINAS

O chefe da Polícia Nacional filipina manifestou apoio a uma proposta legislativa que baixa a responsabilidade penal dos 15 para os 12 anos, no âmbito da luta contra as drogas. Oscar Albayalde disse que existem países onde crianças de seis anos cometem crimes e que noutros não há o limite imposto pelas Filipinas.

 

MALDIVAS

A Justiça das Maldivas anunciou a libertação sob fiança do ex-presidente Maumoon Abdul Gayoom, irmão do Chefe de Estado cessante, Abdulla Yameen, que perdeu as eleições presidenciais de 23 de Setembro. Gayoom estava preso desde Fevereiro, acusado de ter impedido uma investigação sobre uma suposta tentativa de afastamento de Yameen.

 

FRANÇA

Uma operação antiterrorista contra uma associação islâmica, realizada ontem em Grande-Synthe, cidade da França perto da fronteira com a Bélgica, terminou com a prisão de 11 pessoas, segundo fontes policiais citadas pela emissora “France Info”.

 

ESPANHA

O líder do Governo da Espanha exigiu ontem ordem ao presidente regional da Catalunha, o independentista Quim Torra, criticando-o por estimular os “radicais” após os distúrbios registados junto ao Parlamento catalão. Separatistas enfrentaram a polícia no final de uma grande manifestação para marcar o primeiro aniversário do referendo ilegal sobre a autodeterminação da Catalunha.

 

MACEDÓNIA

A Comissão Eleitoral da Macedónia informou que 91% dos cidadãos que participaram no referendo sobre o acordo com a Grécia para mudar o nome do país para República da Macedónia do Norte votaram a favor. Porém, a taxa de participação foi de apenas 36,3%, menos 15 pontos do mínimo necessário para ser considerada válida.