CHINA-I

A China Continental detectou na quarta-feira 54 casos de COVID-19 transmitidos localmente, menos 17 do que no dia anterior, informou ontem a Comissão Nacional de Saúde. Guangdong registou 28 novas infecções, enquanto a Mongólia Interior relatou sete, Hubei quatro, Jilin e Xangai três, Guangxi dois, e Tianjin, Hebei, Shanxi, Heilongjiang, Jiangsu, Sichuan e Yunnan um caso cada. No total, 160 casos importados de covid foram detectados no mesmo dia e nenhuma morte por covid.

 

CHINA-II

Uma universidade chinesa desenvolveu um kit de teste da COVID-19 do tamanho de um isqueiro que permite que as pessoas se testem em casa usando amostras de zaragatoas nasais, com resultados em 30 minutos. Uma vez colocado no mercado, o preço da caixa portátil de detecção de ácido nucleico custará 100 yuans, de acordo com o West China Hospital afiliado à Universidade de Sichuan.

 

HONG KONG-I

O governo assegurou que não tem planos de adiar ainda mais a eleição do Chefe do Executivo para além de 8 de Maio. O Secretário Permanente para os Assuntos Constitucionais e do Continente, Roy Tang, disse que 8 de Maio é o “único plano”, salientando que a decisão do governo da RAE sobre a data das eleições está vinculada à Lei Básica, e não tem autoridade para adiar além de 30 de Junho – último dia deste mandato.

 

HONG KONG-II

A Sociedade de Farmacêuticos Hospitalares de Hong Kong aconselhou ontem o governo a ajudar as empresas locais a aumentar a produção do analgésico paracetamol, à luz do agravamento da situação do coronavírus. O presidente da Sociedade, William Chui, disse que as farmacêuticas locais reclamaram da escassez de matérias-primas para a produção de paracetamol e as autoridades podem ajudar a facilitar a importação dos materiais necessários. “O paracetamol não é muito difícil de fabricar porque é um medicamento muito antigo. É muito seguro para aliviar a febre, dor e dor de cabeça”, disse Chui.

 

HONG KONG-III

A “Retail Management Association” disse ontem que os seus membros beneficiaram apenas de alguns cortes de rendas, e muitas empresas estão a sofrer uma dor “pior do que a morte” enquanto lutam pela sobrevivência perante o agravamento da pandemia. Os retalhistas pediram repetidamente aos proprietários que oferecessem baixas rendas, já que as medidas antiepidémicas rigorosas paralisaram muitos negócios. Porém, a presidente da associação, Annie Yau Tse, disse que os apelos nunca foram muito longe.

 

MONGÓLIA

Devido à situação internacional, o número de voos internacionais sobre o território da Mongólia diminuiu 50%, disse S. Munkhnasan, chefe da Autoridade de Aviação Civil. Numa conferência de imprensa após reunião do governo adiantou que “em 2019, havia cerca de 500 voos por dia sobrevoando o território da Mongólia, mas caiu para 150 durante a pandemia”. Depois, subiu para cerca de 200 no final do mês passado, mas caiu cerca de 50% nos últimos três dias, o que se liga a restrições de espaço aéreo de outros países.

 

JAPÃO-I

Os operadores de táxi da cidade de Tóquio com 14 milhões de habitantes notificaram os reguladores de que querem que as tarifas aumentem devido a um aumento nos preços da energia e dos custos incorridos pela pandemia, informou ontem a emissora local NHK. Segundo a notícia já há pedidos suficientes para accionar um mecanismo que força o Ministério dos Transportes a considerar o aumento.

 

JAPÃO-II

A Japan Airlines e a ANA cancelaram ontem todos os voos de e para a Europa, citando preocupações de segurança após a invasão da Ucrânia pela Rússia. Estas companhias que normalmente usam o espaço aéreo russo para voos na Europa, juntam-se a um número crescente de transportadoras que cancelaram ou redireccionaram os voos entre a Europa e o norte da Ásia após a crise. O site da ANA Cargo disse que a suspensão dos voos deve-se à “alta possibilidade das suas operações não conseguirem sobrevoar a Rússia devido à actual situação da Ucrânia”.

 

RÚSSIA

A japonesa Toyota anunciou a suspensão da produção na sua única fábrica na Rússia e a interrupção dos envios de veículos para o país, citando “interrupções na cadeia de suprimentos” ligadas à invasão da Ucrânia. “A Toyota Motor Russia interromperá a produção na fábrica de São Petersburgo a partir de 4 de Março e paralisou as importações de veículos, até novo aviso, devido a interrupções na cadeia de suprimentos”, disse em comunicado.

 

BIELORRÚSSIA

O Banco Mundial anunciou a suspensão imediata de todos os seus programas de ajuda na Rússia e na Bielorrússia. Na Bielorrússia, o Banco Mundial estava envolvido em 11 projectos, que totalizavam 1,15 mil milhões, enquanto na Rússia tinha quatro, que somavam 370 milhões, de acordo com o seu site.

 

FRANÇA

“Nós não estamos em guerra contra a Rússia”, afirmou o presidente francês, Emmanuel Macron, num discurso televisionado no qual afirmou estar “ao lado de todos os russos que rejeitam que uma guerra indigna seja travada em seu nome”. “Sabemos de tudo o que nos liga a esse grande povo europeu e ao povo russo, que tanto se sacrificou durante a Segunda Guerra Mundial para salvar a Europa do abismo”, acrescentou.

 

EUA-I

As Forças Armadas dos EUA vão adiar um teste programado de lançamento de um míssil balístico intercontinental Minuteman III, numa aparente tentativa de diminuir as tensões após a Rússia anunciar que colocava as suas forças nucleares em alerta máximo. “Num esforço para demonstrar que não temos intenção de nos envolver em quaisquer acções que possam ser mal compreendidas ou mal interpretadas, o secretário de Defesa ordenou que o teste de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais Minuteman III programado para esta semana seja adiado”, disse o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

 

EUA-II

Os EUA disseram que seguirão o exemplo da ASEAN ao convidar um representante não político de Myanmar, para uma cimeira com o bloco de 10 países em Washington este mês. O presidente dos EUA, Joe Biden, planeia sediar uma cimeira especial de líderes dos EUA e da ASEAN nos dias 28 e 29 de Março, indicou o Departamento, usando o antigo nome de Myanmar.

 

AUSTRÁLIA

Os serviços de emergência da Austrália ordenaram que 200.000 pessoas fugissem do caminho de uma tempestade que matou 13 pessoas numa semana de inundações recordes na costa leste, mas a cidade de Sydney escapou do pior do dilúvio. As autoridades emitiram alertas de chuva e vento fortes para um trecho de 400 km da costa, à medida que os níveis de água subiam rapidamente – inclusive nos subúrbios ao redor de Sydney, a maior cidade da Austrália e lar de cinco milhões de pessoas.

 

MALDIVAS

Pelo menos cinco super iates pertencentes a bilionários russos estavam ancorados ou a navegar nas Maldivas, uma nação insular do Oceano Índico que não tem tratado de extradição com os EUA, mostraram dados de rastreamento de navios. Três outros iates pertencentes a bilionários russos foram vistos navegando nas águas das Maldivas na quarta-feira, incluindo o Nirvana de 88 metros de comprimento, propriedade do homem mais rico da Rússia, Vladimir Potanin. No início do ano, a maioria destes iates estava ancorada em portos do Médio Oriente.