O Centro de Segurança Alimentar do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) detectou situações de venda de carne de porco seca em más condições higiénicas em 13 pastelarias tradicionais situadas em pontos turísticos da cidade. Durante as acções de fiscalização, o IACM exigiu a retirada imediata dos produtos em loja, na medida em que estavam à venda sem qualquer protecção. Além disso, os próprios empregados foram vistos a distribuir carne ao turistas apenas com uma tesoura. O Centro indicou ainda ter recebido “muitas queixas” sobre estes produtos e advertiu para a presença de um “componente estranho”. As lojas em causa foram obrigadas a resolver os problemas no prazo de três meses, sendo que, durante esse período, não podem vender produtos “problemáticos” até nova inspecção. O Centro salientou ainda que a fiscalização envolve várias etapas, incluindo a matéria-prima, confecção, transporte, conservação, venda e exposição.