HÁ 20 ANOS
HÁ 20 ANOS

A política de liberalização do mercado de transporte aéreo internacional é vantajosa para Macau, defendeu o vice-presidente da Autoridade de Aviação Civil do Território, José Tomás Baganha. “Macau tem vantagens em seguir no futuro uma política liberal de transporte aéreo”, por “não ter nada a proteger, ao contrário de grandes países, que têm que defender os seus mercados da concorrência das companhias estrangeiras”, disse Tomás Baganha. Falando no final de um encontro promovido em Macau pela Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO), Tomás Baganha acrescentou que a companhia aérea local, a Air Macau, “tem de operar em mercados alheios”, pelo que os interesses do Território beneficiarão de uma perspectiva liberal do mercado. O encontro da ICAO, iniciado no dia 1, realizou-se a convite da Autoridade de Aviação Civil de Macau (AACM) e contou com a participação de cerca de 60 representantes de autoridades do sector e de companhias aéreas de 18 países e territórios. Participaram também no encontro, o segundo do género promovido pela ICAO na região da Ásia, representantes da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA) e do Conselho Internacional de Aeroportos (ACI). Segundo Tomás Baganha, o encontro não se destinou a “estabelecer conclusões” sobre a política de regulamentação do transporte aéreo internacional, mas antes a proporcionar uma oportunidade para uma discussão alargada sobre as “várias experiências das administrações de aviação civil da região Ásia-Pacífico”.

 

MACAU PRESENTE EM FEIRA NA CHINA

Macau vai participar na “China Fair for Internacional Investment and Trade”, que decorrerá entre 8 e 13 de Setembro na zona económica especial chinesa de Xiamen, anunciou o Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau (IPIM). Em comunicado, o IPIM sublinha que mais de 2000 empresas nacionais e estrangeiras estarão presentes naquela que é considerada “a maior feira internacional sobre investimento alguma vez realizada na China”. A delegação do IPIM aproveitará o certame para divulgar “a realidade económica de Macau e as suas oportunidades de negócios e investimento, nomeadamente o conceito de Macau como plataforma de negócios para todos os interessados no grande mercado da China”.