HÁ 20 ANOS
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SEGURANÇA REGIONAL

REUNIU EM SHENZHEN

Autoridades de segurança de Macau e da China reuniram em Shenzhen no âmbito do vigésimo oitavo encontro periódico entre as forças de segurança do Território e da província chinesa de Guangdong. A delegação macaense, liderada pelo secretário-adjunto para a segurança, Manuel Monge, integrou o director Marques Baptista e o subdirector Albano Cabral da Polícia Judiciária, o director das Forças de Segurança de Macau, Veloso e Matos, e o secretário-geral Gabinete Coordenador de Segurança, Óscar Gomes da Silva. Participaram também nos encontros oficiais de ligação entre os respectivos organismos de segurança de Macau e da China. Durante os trabalhos, que se prolongaram até domingo, as duas delegações debateram assuntos relacionados com a “cooperação e trocas de informação entre as diversas forças policiais da região, designadamente no âmbito da prevenção e combate ao crime organizado, controlo da imigração ilegal e falsificação de documentos”. A contenção de actividades ilegais nas zonas fronteiriças marítimas e a necessidade de uma maior eficiência na movimentação de mercadorias na fronteira terrestre das Portas do Cerco foram também discutidas.

 

ROCHA VIEIRA FALOU

DE ENGENHARIA MILITAR

O general Rocha Vieira destacou a importância do ensino na área de Engenharia Militar portuguesa, cuja capacidade de realização em 350 anos de existência foi celebrada em Lisboa. O governador de Macau, na qualidade de director honorário da Arma de Engenharia, intervinha na sessão solene comemorativa do 350º aniversário daquele ‘ramo’ do Exército, que foi presidida pelo Chefe de Estado, Jorge Sampaio. “Orgulhoso do que fomos, confiantes no que seremos”, foi a mensagem deixada por Rocha Vieira, depois de evocar algumas das figuras relevantes da História portuguesa que serviram como engenheiros no Exército (Fontes Pereira de Melo, entre outros). Outro engenheiro militar foi o actual presidente do BCP, Jardim Gonçalves, que relacionou a sua história de vida com o percurso profissional – de engenheiro a banqueiro – para transmitir aos presentes a convicção de que “não são os grandes que apanham os pequenos”, mas sim “os mais rápidos que apanham os mais lentos”. Além das palavras de abertura do Chefe do Estado-Maior do Exército, general Espírito Santo, intervieram também na sessão solene o bastonário da Ordem dos Engenheiros, Horácio Ferreira e Costa, e o historiador Joaquim Veríssimo Serrão, cuja conferência teve por tema “A Engenharia Militar em Portugal: 350 anos de História”.