HÁ 20 ANOS
HÁ 20 ANOS

Macau vai estar representado com 44 entidades públicas e privadas na feira “Imobiliário 98” que se realizará entre 13 e 16 de Novembro no Centro de Convenções de Hong Kong. A representação do Território pretende promover Macau como uma “boa alternativa” ao mercado imobiliário de Hong Kong em termos de investimento e condições oferecidas. “O custo de vida, mão-de-obra, custos de construção e as rendas de casa são mais baratas em Macau”, assinalou o administrador do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM), Rogério de Sousa Ferreira, ao sustentar as vantagens que o Território oferece em relação a Hong Kong. Rogério de Sousa Ferreira afirmou ainda que os participantes de Macau pretendem promover o ambiente multicultural de Macau, turismo, indústria de lazer, educação e as novas infra-estruturas como o Aeroporto Internacional, como atractivos associados ao mercado imobiliário local. Entre as 25 companhias privadas e os 19 organismos da Administração Pública que irão ocupar 77 expositores com um total de 2.400 metros quadrados, um quinto do total da feira, contam-se a Associação Imobiliária de Macau, Sociedade de Empreendimentos Nam Van, Air Macau, Companhia do Parque Industrial da Concórdia, Macauport, Universidade de Macau, World Trade Center Macau, Leal Senado de Macau e a Câmara Municipal das Ilhas.

 

CRISE ECONÓMICA NÃO PREOCUPA RONGJI

O vice-primeiro-ministro chinês Zhu Rongji considerou que a crise económica de Macau é temporária e pode ser superada com ajustamentos estruturais que tenham em consideração a realidade do Território e que sejam baseados na cooperação com a China, escreve o jornal “Ou Mun”. O jornal chinês cita as palavras do dirigente proferidas em Xangai num encontro com empresários de Macau, liderados por Ng Fok, que se encontram na China para contactos com responsáveis do governo de Pequim. “Zhu Rongji acredita que Macau vai ter uma transição tranquila e que conhecerá prosperidade após 1999”, refere o jornal chinês citando palavras do vice-primeiro-ministro no encontro com empresários locais. A delegação encontrara-se, anteriormente, em Pequim com a ministra do Comércio Externo e Cooperação Económica, Wu Yi, que sugeriu aos empresários de Macau a realização de uma “grande feira económica” no Território, com a presença de investidores e empresários chineses.