HÁ 20 ANOS
HÁ 20 ANOS

As equipas de futebol do Grémio de Porto Alegre (Brasil) e do Shanghai She Hua (China) defrontam-se a 31 de Janeiro em Macau, num encontro integrado nas comemorações de Ano Novo Chinês. O jogo é organizado pelo Instituto dos Desportos (IDM) e pela Associação de Futebol de Macau e faz parte dos projectos que visam “proporcionar não só bons espectáculos desportivos à comunidade local, mas também valorizar e rentabilizar as infraestruturas desportivas de Macau”, disse o presidente do IDM, Manuel Silvério. O interesse do encontro foi realçado por Manuel Silvério, uma vez que a equipa chinesa se classificou no segundo lugar do último campeonato do país e a formação brasileira goza de algum prestígio internacional, tendo ainda colocado alguns jogadores em Portugal, casos de Jardel (FC Porto), Carlos Miguel (Sporting) e Paulo Nunes. De acordo com Manuel Silvério, a realização do jogo tornou-se possível devido a um protocolo entre o grupo económico chinês “Nam Kwong” e o Shanghai Shen Hua, que prevê também a realização de uma segunda partida, a 4 de Fevereiro, na cidade de Xangai.

 

SIMULADOR PERMITE “VIAGEM” SUBMARINA

Uma viagem virtual ao fundo dos oceanos é a proposta que o Museu Marítimo de Macau vai lançar a todos os visitantes do espaço museológico, indicou o respectivo director, comandante Rui Sá Vaz. Um simulador passivo construído pela empresa “Intersim” (responsável pela construção dos simuladores instalados no Museu do Grande Prémio de Macau) deverá entrar em funcionamento a 15 de Janeiro, proporcionando aos visitantes do Museu Marítimo uma viagem pelo fundo dos Oceanos numa experiência que “se pretende idêntica a um passeio num submarino”. Rui Sá Vaz indicou também que o preço de cada viagem será de 15 patacas e que o filme digitalizado introduzido no programa de computador que controla o simulador será substituído dentro de oito meses por uma versão mais elaborada. De acordo com Mike Moore, da “Intersim”, o novo filme será totalmente realizado em computador a partir de uma imagem recolhida no fundo do mar. “A partir de uma imagem que nós recolhemos no fundo do mar, vamos criar um filme a três dimensões totalmente realizado no computador o que nos permite escolher todo um conjunto de situações que pretendemos apresentar”, disse. A aquisição do simulador custou ao Museu Marítimo cerca de 2,4 milhões de patacas.