HÁ 20 ANOS
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CRUZ VERMELHA

TERMINOU VII ENCONTRO

De quinta-feira a sábado, decorreu em Macau o VII encontro das sociedades nacionais da Cruz Vermelha dos Países de Língua Portuguesa, no qual foi figura de destaque Maria Barroso, presidente daquela instituição em Portugal. Organizado pela Cruz Vermelha de Macau, o encontro coincide com o 77º aniversário da criação da delegação da CVP no Território, o que seria assinalado também com o descerramento de um busto, no sábado, de Henry Dunant, um dos fundadores da Cruz Vermelha Internacional. A cerimónia de descerramento teve a presença, entre outras personalidades, de Leonor Rocha Vieira. Os participantes na reunião discutiram, no âmbito da actuação da CV, questões relacionadas com desastres naturais e com a utilização de novas tecnologias no auxílio a populações atingidas por catástrofes. Nesta discussão participou Jurgen Weyand, responsável pelo serviço de apoio a operações de grande envergadura. Houve igualmente intervenções dos representantes dos países de expressão portuguesa que vieram a Macau para tomar parte no acontecimento. Na sua intervenção, Maria Barroso diria: “Vamos insistir para que haja uma percentagem, que pode ser mínima, do orçamento de cada país desenvolvido que seja disponibilizada para a CVI, que é uma instituição internacional que não conhece fronteiras e que está presente onde haja necessidade de socorro”, para depois acrescentar que, relativamente aos países de expressão portuguesa, “há uma enorme receptividade quanto ao reforço da cooperação e um grande orgulho de termos um instrumento comum que é a língua portuguesa”.

 

UMA MINI-BOMBA

SÓ CAUSOU SUSTO

Um engenho explosivo de fabrico artesanal foi detonado em Macau pelas brigadas de minas e armadilhas da Polícia de Segurança Pública (PSP) junto ao hotel “New Century” na ilha da Taipa. O engenho explosivo foi detectado junto a um autocarro de turismo que estava estacionado à entrada do hotel. O engenho explosivo foi colocado junto ao autocarro e estava accionado para detonar, “mas deficiências do mecanismo de ignição fizeram com que não deflagrasse”, disse Pinto Ribeiro. O comandante da PSP de Macau manifestou-se convencido de que “a detonação do engenho não pretendia provocar vítimas mas sim criar factos”. “Era um engenho que continha 100 gramas ou 200 gramas de TNT que provocava alguns estragos no autocarro, se explodisse, mas não vítimas”, assegurou. O engenho explosivo foi detectado por um guarda da segurança privada do hotel.