HÁ 20 ANOS

HÁ 20 ANOS

 

CERCA DE TRÊS CENTENAS

PARTICIPARAM NOS PEP’S

Cerca de 300 funcionários públicos de Macau frequentaram o Programa de Estudos em Portugal (PEP), revelou o responsável pelo departamento de Recursos Humanos dos Serviços de Administração e Função Pública (SAFP). O PEP, que visa proporcionar aos técnicos superiores da Administração de Macau maior domínio da língua e cultura portuguesas e aprofundar os seus conhecimentos sobre organização e funcionamento da máquina administrativa portuguesa, teve início em 1986 e já possibilitou acções de formação a 296 funcionários públicos. Os participantes nos PEP frequentam um programa de língua e cultura portuguesas durante cinco meses em Macau, seguindo depois para Portugal onde permanecem cerca de sete meses. Ao longo da sua permanência em Portugal os técnicos do território frequentam aulas de língua e cultura portuguesas na Faculdade de Letras na Universidade Clássica de Lisboa ou no CIAL e acções de formação no Instituto Nacional de Administração sobre o funcionamento da máquina administrativa portuguesa. No final do programa, os funcionários macaenses poderão ainda frequentar um estágio de mês e meio num serviço público português. Além das edições regulares dos PEP, os SAFP já organizaram, com acções de formação idênticas, três programas “especiais” de estudos em Portugal destinados aos finalistas do curso de Administração Pública em língua chinesa da Universidade de Macau. Os PEP “especiais” já formaram 72 funcionários da Administração macaense. No âmbito do aperfeiçoamento da formação dos funcionários públicos de Macau foram também organizadas nove edições de um programa de estudos para intérpretes-tradutores que frequentaram o curso da Escola de Línguas e Tradução do Instituto Politécnico. O programa de estudos, que já abrangeu 99 pessoas, 11 das quais ainda estão em Portugal, é preenchido com acções de formação de onze meses no Centro de Estudos e Formação Autárquica, em Coimbra, e inclui também um estágio de mês e meio nas Câmaras Municipais portuguesas.

 

TESE DEFENDE AUMENTO

DA POPULAÇÃO DA RAEM

O futuro governo da Região Administrativa especial de Macau (RAEM) deverá facilitar os procedimentos para a fixação de mais pessoas no Território. Com essa medida visa-se aumentar a população e o consumo interno – defendeu em Pequim , Liu Chak Wan, vice-presidente da Associação de Ciências Económicas de Macau (ACEM). Liu Chak Wan, que falava durante a conferência política consultiva do VIII Congresso Nacional Popular da China, defendeu ainda que, após 20 de Dezembro de 1999, o Governo Central de Pequim autorize a RAEM a efectuar mais aterros no Território e conceda um tratamento especial aos produtos produzidos em Macau para desenvolver a indústria local.