HÁ 20 ANOS
HÁ 20 ANOS

A Estação de Águas Residuais (ETAR) de Coloane, em Macau, vai entrar em funcionamento no primeiro semestre de 1998, garantiu o secretário-adjunto para os Transportes e Obras Públicas, José Alves de Paula. O secretário-adjunto disse também que a entrada em funcionamento da ETAR de Coloane vai permitir realizar o tratamento de “todas as águas residuais do território” já que vai funcionar em conjunto com as duas outras já existentes situais na Ilha da Taipa e na Península de Macau. O secretário-adjunto lembrou que a “construção das ETAR e da central de incineração em Macau foi uma intenção do governo traçada no início da década que tem por objectivo permitir que o território contribua para a poluição do rio das Pérolas”. O secretário-adjunto, que falava durante a assinatura do contrato de adjudicação da obra ao consórcio entre as empresas Tong Lei, SEGHERS e CESL Asia, indicou ainda que o projecto final para a ETAR de Coloane é uma variante apresentada pelos vencedores do concurso e que permitiu à Administração realizar a obra com menos custos do que o inicialmente previsto. Ao concurso público de construção da ETAR, lançada em Junho de 1996, apresentaram-se 10 concorrentes, com um total de 25 propostas. A ETAR da ilha de Coloane, a terceira estação do género em Macau, foi adjudicada por 63,9 milhões de patacas e tem um prazo de construção de um ano. O director do gabinete da Central de Incineração e ETAR (GCIE), Humberto Basílio, indicou que a ETAR de Coloane foi projectada para poder ser ampliada até uma capacidade máxima de tratamento de 60.000 metros cúbicos de águas residuais por dia, correspondente a uma população de 250 mil habitantes. A ETAR terá, numa primeira fase, cujo contrato foi ontem assinado, uma capacidade máxima de tratamento diário de 20.000 metros cúbicos de águas residuais, correspondente a uma população de cerca de 80.000 pessoas.

 

LEONOR ROCHA VIEIRA QUER OUTRA DINÂMICA

Na Escola Técnica de Serviços de Saúde, teve ontem lugar, presidida por Leonor Rocha Vieira, a Assembleia Geral dos Amigos dos Hospitais, para eleição dos novos corpos sociais. Leonor Rocha Vieira pôs em destaque a necessidade de tornar aquela Liga mais dinâmica de forma a aprofundar o seu trabalho de humanização junto os doentes internados nos estabelecimentos hospitalares. Para tal, segundo o pensamento da mulher do Governador, será importante diligenciar um maior apoio das entidades e pessoas civis do território, de maneira a que a vocação da Liga se sinta reforçada nos esforços a empreender para conferir uma mais ampla capacidade de actuação dos seus colaboradores.