Entre 2013 e Julho deste ano, mais de 15 mil jovens aderiram ao programa da vacinação contra o cancro do colo do útero sendo que 90% das alunas do 6º ano de escolaridade foram sujeitas à vacina, indicaram os Serviços de Saúde alertando que quem não recebeu as três doses devo fazê-lo com a maior brevidade possível

 

Desde a implementação do programa da vacinação contra o cancro do colo do útero (2013) pelos Serviços de Saúde de Macau (SSM), 15.792 pessoas aderiram ao respectivo programa sendo que a taxa da vacinação das alunas do 6º ano atingiu os 90%, indicaram os SSM. Até 31 de Julho deste ano, através da cooperação activa das escolas e dos encarregados de educação, o SSM registaram um “bom funcionamento” com a tomada de vacinação a verificar-se “satisfatória”.

De salientar que as vacinas contra o papilomavírus humano (cancro do colo do útero) destina-se a residentes com menos de 18 anos, sendo que as destinatárias são alunas entre os 11 e os 13 anos, explicam o SSM. Além disso, para diminuir a taxa de incidência deste tipo de cancro, as residentes que nasceram depois do dia 1 de Setembro de 1995 têm direito a esta vacinação a título gratuito.

Em conformidade com a necessidade do respectivo programa de vacinação, a validade das vacinas contra o cancro do colo do útero, compradas para as pessoas mencionadas, terá o seu termo até 31 de Maio de 2018. Por isso, os SSM apelam para que as residentes que ainda não foram vacinadas o façam, com a “maior brevidade possível”, de modo a completar as três doses sucessivas da vacina até à data mencionada.

Para “minimizar o tempo de espera dos pais e alunas” quando recorrerem ao centro de saúde para vacinação, os Centros de Saúde têm enviado anualmente, desde 2014, agentes para efectuarem a vacinação colectiva das alunas do 6º ano. A respectiva vacina quadrivalente, isto é, as três doses normalmente são concluídas dentro de seis meses com a segunda dose a ser administrada após dois meses da primeira e a terceira após quatro meses da segunda. O intervalo das três doses pode ser prolongado, mas é melhor concluir dentro de um ano, esclarecem os SSM.

De salientar que não é necessária a marcação prévia, já que as pessoas qualificadas podem dirigir-se ao centro de saúde da área de residência e apresentar o Bilhete de Identidade de Macau, o cartão de utente e o Boletim Individual de Vacinação.