Uma questão de ilusão de óptica? – I

O “postal” de Paris e, obviamente, de França é talvez o mais copiado em todo o mundo. Visitar a capital francesa e não ver a Torre Eiffel seja talvez o mesmo que “ir a Roma e não ver o Papa”. Versões mais ou menos próximas ao monumento original estão espalhadas pelos quatro cantos do mundo, desde a fiel cópia em Las Vegas à versão boliviana baixíssima projectada pelo próprio Gustave Eiffel.

 

Uma questão de ilusão de óptica? – II

Ao grupo de pelo menos 10 réplicas de um dos monumentos mais fotografados do mundo junta-se, obviamente, a “nossa” Torre Eiffel que embeleza o “resort” Parisian, da operadora Sands China – inaugurado no ano passado. No entanto, parece haver uma “pequena-grande” confusão entre a réplica de Macau e a versão original.

 

Uma questão de ilusão de óptica? – III

A confusão foi lançada através da conta oficial da “Macau.com”, no Twitter, já que numa das publicações que partilhou vê-se uma imagem da bela Torre Eiffel, toda iluminada, com a legenda a induzir os internautas em erro já que, como se vê claramente pela fotografia, aquele belo cenário não é na RAEM mas sim em terras parisienses. Será a réplica do Parisian tão bem feita ao ponto de induzir as pessoas em erro?

 

Vila Criativa promove amamentação – I

Para assinalar a 25º Semana Internacional de Amamentação, a Vila Criativa, na Rua do Campo, decidiu organizar três sessões de partilha sobre o tema no domingo, tendo sido debatidos temas como “bónus para as empresas que apoiam amamentação”, “produção manual de sabão de leite materno”, “técnicas manuais para tirar o leite”.

 

“Vila Criativa” promove amamentação – II

A discriminação ou a falta de instalações não são os únicos problemas que dificultam a prática de amamentação, um acto muito comum e natural, mas sim a falta de conhecimento na sociedade sobre a matéria. As mães que se mostraram interessadas nesta actividade indicaram que a esta iniciativa da Vila Criativa poderá desempenhar um papel importante na consciencialização social em relação às mulheres que amamentam.

 

Herói salva bela no Macau “Bungy Jump” – I

Se quiser viver momentos de adrenalina, o “Bungy Jump” na Torre de Macau é a opção a seguir. Com cordas de segurança, relaxe, respire fundo e, salte sem hesitação! Os mais corajosos podem experimentar queda livre em apenas alguns segundos, no entanto, essa actividade é também uma boa oportunidade para lançar o seu “charme”. Esta é, pelo menos, a imagem retratada num vídeo que circula pela Internet onde se vê claramente a Torre de Macau, no entanto todo o cenário à sua volta é fictício.

 

Herói salva bela no Macau “Bungy Jump”  – II

No vídeo, o actor indiano não perde tempo a salvar a sua “bela” namorada que caiu de uma altura de 233 metros, pois não estava devidamente segura. Todos os pormenores foram captados em “slow motion” o que prolonga o momento em que a jovem é salva pela força do seu “herói”. Face a esse vídeo cheio de imaginação, entre críticas e elogios, os cibernautas congratulam o facto da atracção de Macau já ter chegado aos ecrãs internacionais.

 

Com trânsito tão intenso, não surpreende que em Macau haja muitos desastres rodoviários. A maior parte, felizmente, só a obrigarem a uma ida ao “bate-chapas. Lamentavelmente não foi isto que sucedeu em Julho de 1997, na ponte Nobre de Carvalho, quando, como recorda a foto retirada do nosso Baú, um automóvel se espetou contra um autocarro, provocando a morte do condutor e destruindo o veículo.

 

Uma Europa fictícia em Macau – I

Dada a ligação secular de Macau à Europa e, mais particularmente a Portugal não é difícil fingir que se está no “velho Continente” quando se visita a RAEM, embora algumas das “semelhanças” possam ser “fabricadas”. No entanto, é exactamente isso que o site de viagens “Travel2Next” propõe fazer numa das suas mais recentes publicações intitulada “Oito maneiras de fingir que se está na Europa quando se está em Macau”.

 

Uma Europa fictícia em Macau – II

A primeira proposta passa por explorar as ruas mais antigas do território, algumas delas declaradas Património Mundial da UNESCO. Além disso, é impossível não visitar o Largo do Senado, com o seu “pavimento distinto que tem sido o epicentro da antiga colónia desde o século dezassete”. De lá, os visitantes podem seguir pela estreita Rua da Palha em Direcção às Ruínas de São Paulo e pelo caminho podem experienciar a “cultura do café”, deixada pelos portugueses e pastéis de nata, uma das heranças que mais parece agradar aos turistas.

 

Cultura Chinesa na Póvoa – I

O Norte de Portugal vai ficar um bocadinho mais próximo da cultura chinesa com um evento que está agendado para o Casino da Póvoa, organizado pela Liga dos Chineses e pela Associação da Cultura Chinesa Pensamento Oriental. O casino será, no dia 15 de Outubro, pelas 21:00 palco de um conjunto de espectáculos. Para os cidadãos chineses, os bilhetes serão gratuitos. A lista de actuações é vasta, arrancando com uma dança de abertura “Xiang He Song”, uma das danças tradicionais chinesas mais representativas.

 

Cultura Chinesa na Póvoa – II

O programa inclui ainda uma dança do filme “House of Flying Daggers”, intitulada “Beauty Song” e a “Jing Hong Dance” da película feita especificamente para a televisão “The Legend of Zhen Huan”. Espaço ainda para a dança clássica com “The Butterfly Lovers” baseada numa lenda chinesa que conta a história de amor trágica de um casal criado na Dinastia Jin (foto do Ballet de Xangai).

 

Cultura Chinesa na Póvoa – III

Os espectáculos incluem ainda um concerto da banda da pela Associação da Cultura Chinesa Pensamento Oriental que toca duas peças clássicas orientais e ocidentais. No final da noite regressa-se à dança com “Cai Wei”, rearranjada com base na versão originar do Teatro Nacional de Ópera e Dança da China e, por fim, decorre um desfile de trajes tradicionais chineses, inspirado nas “imagens dominantes” nos diversos dramas populares chineses.

 

Hong Kong-Macau de carro sem Ponte do Delta?!- I

Foi na segunda-feira, que a SIC publicou uma notícia sobre a Ponte do Delta e Macau que poderá ser aquela que mais feedback de leitores de Macau recebeu. A notícia dizia que a Ponte do Delta vai permitir vir de Hong Kong para Macau em 30 minutos contra as cerca de quatro horas actuais. Primeiro, devem ser poucas as pessoas que gastam esse tempo para sair de Hong Kong passar por Shenzhen e entrar em Zhongshan, através da Ponte de Humen, construída em 1992 e com 15km de comprimento, para vir até Zhuhai e entrar na RAEM, quando podem vir de ferry e perder um hora.

 

Hong Kong-Macau de carro sem Ponte do Delta?!- II

Para além dos trâmites necessários em duas fronteiras, não existem carros com triplas matrículas, existem com duas matrículas, por exemplo Macau-Guangdong, por isso para tal viagem seria necessário trocar de veículos. Muito pouco cómodo. Não é uma viagem impossível, simplesmente morosa para o cidadão comum. A SIC poderá ter sido enganada por um comunicado oficial do Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas de Dezembro de 2009 no qual se lê que a nova ponte será “uma obra interurbana de renome mundial … que o trânsito rodoviário entre Zhuhai, Macau e Hong Kong, no máximo de 4 a 5 horas de viagem, possa ser reduzido para meia hora”. Uma semana depois o canal televisivo “teve saudades” de Macau e utilizou uma fotografia da Torre Eiffel do Parisian para ilustrar uma notícia que falava de um homem detido com uma arma branca quando tentava forçar um dos controlos de segurança do monumento construído por Gustave Eiffel, em Paris.

 

Sala de visitas nos semáforos

Lixo de grandes dimensões espalhado pela cidade não é uma visão estranha ou inesperada, aliás um taxista que ajude o passageiro a colocar a mala de viagem na bagageira é mais raro, do que cenários como este da fotografia captada pelo DE FONTE LIMPA. No entanto, podemos sempre olhar para esta situação a partir de um ponto de vista positivo. Afinal Macau como Centro Internacional de Turismo e Lazer precisa de ter uma sala de visitas e nada melhor do que um sofá perto dos semáforos para que os turistas possam descansar um pouco. Nos dias quentes que correm estar à sombra e sentado é sempre agradável até podem levar um chá gelado.

 

Calor de Macau nos grandes clássicos chineses – I

Para além da panela no fogão, o chão com temperaturas altas de cerca de 40º graus também consegue cozinhar um ovo. No final de Julho o território “esturricou” um pouco quando os termómetros chegaram aos 38,4º graus, levando a que muitos cidadãos preferissem ficar em casa a beneficiar os ar condicionado. Talvez este aborrecimento tenha levado um cibernauta a satirizar o calor insuportável, através da sua inclusão em partes dos quatro Grandes Romances Clássicos chineses – Viagem ao Oeste.

 

Calor de Macau nos grandes clássicos chineses – II

O célebre Rei Macaco é um dos quatro alunos que fazem companhia ao monge Tang Seng numa viagem para o Ocidente para o proteger e ultrapassar 81 desafios e monstros. A passagem pela montanha de fogo é um dos desafios mais conhecidos das crianças chinesas, pois a equipa teve de pedir um leque gigante para extinguir o fogo que os impedia de continuar. No capítulo adaptado, consta o seguinte: “Ó mestre, no caminho à nossa frente está a montanha de inferno!”, diz o Rei Macaco ao Mestre Tang Seng que responde “não, a tua cabeça já não funciona por causa do calor, à frente está Macau!”