Os funcionários públicos chineses terão de fornecer informação pessoal ao Partido Comunista (PCC), como bens, investimentos ou viagens ao estrangeiro, de acordo com uma nova regulamentação anticorrupção. Segundo informou ontem a agência Xinhua, as novas regras exigem também que os funcionários comuniquem o estado civil, bens de familiares, antecedentes criminais ou qualquer outro tipo de rendimento. Esta regulamentação vai afectar os dirigentes e funcionários de cargos superiores ao nível de deputado de condado. As novas disposições estabelecem a criação de uma taxa de verificação aleatória, que será aplicada a 10% dos funcionários, e o agravamento da penalização para declarações falsas. Segundo a Xinhua, mais de 9.100 funcionários ocultaram informação pessoal, enquanto 124.800 foram punidos por declarações falsas.